sábado, 25 de agosto de 2012
o arquivo de um suicída
OS ARQUIVOS DA ALMA DE UM SIÍCIDA
Vamderleia da Silva
Data: 26/08,2012
OS ARQUIVOS DA ALMA DE UMA SUÍCIDA
Relatos retirados do livro “vale dos suicidas” págs. 15
Precisamente no mês de janeiro do ano da graça de 1891, fora eu surpreendido com meu aprisionamento em uma região do mundo Invisível cuja desolada panorama era composto por vales profundo a que nas sombras presidiam quais cavernas sinistras, no interior gargantas sinuosas quais maltos de desanimo enfurecidos, espíritos que foram homens dementados pela intensidade e estranheza verdadeiramente destemidos pela intensidade e estranheza verdadeiramente desmentidos pela intensidade e estranheza, verdadeiramente inconcebíveis dos sofrimento que os martirizavam.
Nessa paragem afetiva a vista torturado da grilheta não distinguiria seguir o doce vulto de um ido que testemunhou suas horas de desesperação: Tão pouco, passagens confortativas que pudessem destrai-lo da contemplação cansativa dessas gargantas que não penetrava outra forma de vida que não a trazida pelo supremo horror!.
O solo, coberto de matérias enegrecidas fétidas lembrando a fuselagem era imundo pastoso, escorregadio repugnante! O ar pesadíssimo asfixiante, gelado, enoitado por bulções ameaçadoras como se eternas tempestades rugissem em torno: e, ao respirarem os Espíritos ali presos cavam-se como matérias pulverizadas nocivos e o cal, lhes invadissem as vias respiratória, martirizando-os com suplicio inconcebível ao orebro humano. Habituado as gloriosas claridades do sol – dádiva celeste diariamente abençoa a terá – e as corrente vivificadoras dos ventos sadios que tonificavam a organização física dos seus há; tudo em seu âmbito marcado pela desgraça era miséria,, desespero e horror. Dar-se-ia a caverna tétrica do Incompreensível, indestrutível, a rigor até mesmo por um espírito que sofresse a penalidade de habitá-la.
O vale dos leprosos, lugar repulsivo da antiga Jerusalém de tantas emocionantes tradições e que no orbeterrqueos evoca último grau de objeção e do sofrimento humano, seria consolador estágio do repouso comparado ao local que tanto descrevo. Pelo menos ali existia solidariedade entre os renegados. Os de sexo chegavam mesmo a se amar! Adotavam-se em boas amizades, irmanando-se no criavam o sua sociedade, divertia dor para suavizá-la criavam! A sua sociedade, divertiam-se, prestavam favores, dormiam e sonhavam que eram felizes.
Mas no presídio de que vós desejo dar conta contando disso nada disso era possível, porque nas lágrimas que se choravam – ali eram ardentes demais para se permitirem – outras atenções que não fosse as derivados da sua própria intensidade! No vale dos leprosos havia a magnitude compensadora do sol para retemperar os corações! Existia o ar fresco das madrugadas com seus orvalhos regeneradores! Poderia o precito ali 1 o asdetido comtemplar o céu azul – seguir com os olhares enternecido, bandos de andurinhas ou de pombos que passeavam em revoada!.. ele sonharia que sabe? Limitado a amargu harmonizamras ao poético clarear da plenilúmio enamorados das cintilações suaves das estrelas que, lá no Inatingível acenariam para a sua desdita, sugerindo-lhe consolações no Isolamento a que o forçavam os férrias lei da época! E depois a primavera facunda voltava, rejuvenescia as plantas para embalsamar com seus perfumes cariciosos as correntes de ar que a brisa diariamente tonificam com os outros tantos bálsamos generosos que traziam no sei amorável. E tudo era com dádiva celestial para reconciliá-lo com Deus, fornecendo-lhe tréguas na desgraça.
Mas na caverna onde poderia o martírio que me surpreendeu além do túmulo nada disso havia! Aqui era a dor que nada consola a desgraça que nenhum pode amenizar a tragédia que ideia alguma tranquilizadora ver orvalhar de esperança! Não há céu, não há luz, não há sol, não há perfume não há trégua!
O que há é choro convulsivo e inconsolável dos condenados que nunca se harmonizam o assombroso “ranger de dentes” da advertência prudente e sábio Mestre de Nazaré. A blasfêmia acintosa do réprobo e seu acusa a cada novo rebate da mente flagelado pelas recordações penosa! A loucura inalterável da consciência contundida, pelo vergastar infame dos remorsos. O que há é a raiva envenenada daquele que já não pode, mas chorar, porque ficou exausto sob o excesso de lágrimas! O que há é o desapontamento, a surpresa aterradora daqueles que se sentem vivos a despeito de se haver arrojado na morte! É a, revolta, a praga o insultos, de a, ulular de corações que o percutir monstruoso da expiação transforma em feras o que há é a consciência conflagrada a alma ofendida pela imprudência das ações cometidas a mente revolucionado, as faculdades espirituais envolvidas nas trevas oriundas de si mesma! O que há “ranger de dentes” nas trevas exteriores de um presídio criado pelo crime, voltado ao martírio e consagrado á emenda! É o inferno além do mas existem cenas repulsivas de animalidade, praticados sórdido instinto, os quais eu me pejaria de revelar aos meus irmão, os homens.
Quem ali temporariamente estaciona como a escarnecer, são grandes vultos do crime! É a escória do mundo espiritual! - falanges de suicídios que periodicamente passa seus canais levados pelo trabalho dos desgraçados em que se enredaram. A se despojaram das forças vitais que se encontram geralmente intactos, revestindo-lhes os envoltórios físico espiritual, por sequencias sacrílegos do suicídio, e provindos, preferentemente, de Portugal , Brasil e colônias portuguesas da África, infelizes, carentes do auxílio confortativo da prece, aqueles levianos e inconsequentes, se aventuraram ao desconhecido, em procura do alívio, pelos despenhadeiros da morte!
O além-túmulo acha-se longe de ser a abstração que na terra se supões, ou os religiosos para físicos fáceis de conquista com algumas fórmulas impressivas ele e ‘antes simplesmente a vida real, e o encontramos ao penetrar suas regiões, “a vida” tida intensa a se descobrir em modalidades infinita da expressão sabiamente dividido em continentes e falanges com a terra a em nações e raças, dispondo de organização social e educadora modular a servirem de padrão. Para o progresso da humanidade. É no invisível, mas do que em mundos planetários, que as criaturas humanas colhem inspiração pra os progressos que lamentavelmente aplicam no orbe.
Não se como decorreria os trabalhos correcionais para suicídios nos demais núcleos ou colônia espirituais, destinadas aos mesmos fins e que se desdobrarão sob céus portugueses, espanhóis e seus derivados. Sei apenas é que fiz parte do sinistra falange detida por efeito natural e lógico, nesse paragem horrenda cuja lembranças, ainda hoje me repugna á sensibilidade. É bem possível que haja quem ponha a discussões mordazes a veracidade do que está descrito nestas páginas. Diriam que é fantasia mórbida de um inconsciente exausto de assimilar diante, terá produzido por contra própria a exposição aqui ventilada, esquecendo-se de que ao contrário, o vale Flocentino é que conhecerá o que presente século sente dificuldades em aceitar, não os cativarei crê, não e assunto que se empenha á cresça, simplesmente mas ao raciocínio, sente dificuldade em ocultar.
Não os convidarei a crer, não é assunto que se empenha á cresça, simplesmente, mas ao raciocínio, ao exame, a investigação. Se sabem raciocinar poderão investigar – que o façam e chegarão na pista da verdade interessante, para toda a espécie humana! A o que os convido o que ardentemente desejo, e para que tenham todo o interesse impugnas, o que eximam de conhecer essa realidade através dos canais trevosos a que me expus, dando-me ao suicídio de que a morte desobriga-me da advertência do que a morte nada mais é do que a verdadeira forma de existir.
Do outro modo que pretenderia o leitor existenssiva no comando invisível que controlam o mundo ou planetas se não a matriz de tudo quanto neles se repetir! Em nenhum ponto se encontrará a abstração, ou nada, pois que semelhante vocábulos são impressivos no universo criado e regido por uma inteligência onipotente ! Negar o que se desconhece por não me encontrar a altura de compreender o que se nego. A insônia incompatível com os dias atuais. O século convida o h seu cada vez mais ditando a realidade açõ9es e as provas da realidade dos comitentes superstaremos encontra-se nas arcaicas da ciência psíquicas? O seu, pois a sua capital a sua aldeia a sua palhoça ou quando mais avantajado de obrigações algumas nação vizinhas cujos costumes nivelam aos que lhe são usuais,
Portanto meus queridos irmãos em Cristo que compartilhas com, todos esses ensinamentos que nós auxiliam e nós ajudam em nosso aprimoramento moral e espiritual. Por sermos incrédulos na simples duvida quanto ao nosso futuro, as ideias materialistas que temos são as maiores causadoras do suicídio elas fortificam a frouxidão moral. Os dias atuais materializam-se exaltando como deusas – máquinas e o deus técnico, não percebemos a fragilidade desses atos. O deus em que confiou e acreditou esbarrou-se no menos dos ventos. Isso não acontece com aqueles que asseguram os seus alicerces psicológicos – emocionais numa ética valorosa que é o Espiritismo, que pode oferecer mais ainda numa lógicas, humanizada e inelegível por ser raciocinada, os que se cercam do esforço dinâmico que caracteriza a Doutrina Espirita.
O suicídio ,como resultado de um imenso desequilíbrio emocional, muitas vezes nos levam te e inconscientemente .cometer esse ato voluntário , mas existem outros fatores que concorrem para um suicídio lento e despercebido e por isso, considerado involuntário, ou seja suicídio inconsciente. As consequências desse ato são dolorosas, não morrerão ninguém se distrá ante a morte.
Há outros agravantes no tocante de atitudes desesperada suicídio. Esses irmãos que comete atos impensados consequentemente tem o sofrimento como õnus, da sua atitude da desequilibrada, quando retornarem em novas reencarnações. Terá em novas r reencarnações, terão que passar por expiações aflitivas.
Que o amor de nosso pai possa nos presentear com esses ensinamentos de luz e aprendizado que a paz do amado pais esteja sempre com nos que assim seja.
Vanderleia da Silva s
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